Veja as principais dúvidas sobre temas relacionados aos softwares da Dual. Caso ainda tenha alguma dúvida, não hesite em entrar em contato conosco!

Manifestação do Destinatário
O que é manifestação de destinatário eletrônica?
A manifestação de destinatário eletrônica é o registro de eventos por parte de quem recebeu uma NF-e (nota fiscal eletrônica). Se alguma empresa emitiu uma NF-e contra o seu CNPJ, você, como destinatário, poderá informar ao Fisco que tem conhecimento sobre a emissão e se a operação está confirmada, se não foi realizada ou se você a desconhece.
Os benefícios para quem adota a Manifestação do Destinatário
- Melhor visibilidade de suas Notas Fiscais eletrônicas de entrada;
- Possibilidade de fazer o download de XML mesmo que o fornecedor não o tenha enviado;
- Certeza, por parte do fornecedor, de que seu cliente recebeu o documento fiscal e está ciente disso;
- Obter segurança jurídica, impedindo cancelamentos indevidos por parte  do emitente;
- Isenção de problemas fiscais resultantes de operações fraudulentas;
- Eliminação da assinatura do canhoto impresso do DANFe.
Obrigatoriedade
Para a maioria das empresas, a manifestação de destinatário é uma prática voluntária, opcional. A partir de 2013, tornou-se obrigatória para alguns tipos de movimentações de mercadorias, como veremos a seguir. O registro dos eventos é feito pela Internet, a partir de um software ou sistema que cumpra os requisitos técnicos.

A manifestação do destinatário é obrigatória apenas para algumas categorias, de acordo com os ajustes do Sinief (Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais). A empresa é obrigada a manifestar-se quando recebe uma NF-e contra o seu CNPJ nos seguintes casos:

- Estabelecimentos distribuidores de combustíveis, em relação às NF-e que acobertarem operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo
- Postos de combustíveis e transportadores revendedores retalhistas, em relação às NF-e que acobertarem operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo
- Estabelecimentos adquirentes de álcool para fins não combustíveis, transportado a granel, em relação às NF-e que acobertarem operações com essa mercadoria
- Estabelecimentos distribuidores ou atacadistas, em relação às NF-e que acobertarem operações com cigarros, bebidas alcoólicas (inclusive cervejas e chopes), refrigerantes e água mineral
- NF-e com valor de operação superior a R$ 100 mil. A obrigatoriedade, nesse caso, incide sobre todos os tipos de mercadoria, exceto quando as operações se dão entre estabelecimentos da mesma empresa.
Tipos de manifestação de destinatário
Os tipos de eventos que podem ser relacionados à manifestação de destinatário de uma nota fiscal eletrônica são os seguintes:

- Ciência da emissão - É o registro de que o destinatário tem conhecimento da emissão da NF-e contra o seu CNPJ. Isso não quer dizer que ele manifesta ciência sobre a operação comercial realizada, apenas sobre a existência da nota.
A partir do evento da ciência da emissão, ele pode baixar o arquivo XML referente à NF-e. Então há um prazo para a manifestação conclusiva (de acordo com uma das três categorias abaixo), que pode ser diferente de estado para estado.

- Confirmação da operação - O evento é registrado nessa categoria caso seja reconhecido que a mercadoria à qual a nota fiscal se refere foi, de fato, recebida. Também é possível confirmar mesmo se o produto não chegou, mas é importante levar em conta que, após a confirmação, não é mais possível cancelar a NF-e.

- Operação não realizada - Se você reconhece a operação descrita na NF-e, mas não recebeu a mercadoria acordada, a opção é registrar o evento “operação não realizada”. Também vale para situações em que houve um sinistro da carga durante o transporte ou se o produto errado é entregue.

- Desconhecimento da operação - É quando o destinatário declara que não solicitou a operação descrita na NF-e. Registra-se esse evento quando a inscrição estadual e CNPJ do destinatário são usados indevidamente por parte do emitente da nota fiscal. Manifestando desconhecimento, o destinatário se protege de possíveis passivos tributários advindos de operações fraudulentas.
DANFE e NFe: conheça as diferenças
O que é NF-e?
A Nota Fiscal eletrônica (NF-e) refere-se ao documento digital criado para substituir a nota fiscal de papel. Seu objetivo maior é facilitar a emissão das notas e tornar a fiscalização mais eficiente para a Receita Federal, uma vez que a NF-e elimina riscos de fraude e sonegação.

A Nota Fiscal eletrônica é, portanto, um documento totalmente digital que possui um arquivo em formato XML, o qual só pode ser acessado com o software da Secretaria da Fazenda ou softwares de emissão de NF.

Por se tratarem de documentos fiscais, os arquivos XML devem ser armazenados por, no mínimo, cinco anos no caso da solicitação da Receita Federal para fiscalizar.

O arquivo em formato XML é que vai possibilitar a impressão do DANFE. Veja a seguir.
O que é DANFE?
A sigla DANFE significa Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica e representa a versão impressa simplificada da NF-e. É o DANFE que acompanha as mercadorias quando são vendidas aos clientes finais. A DANFE é, também, obrigatória no transporte de produtos e mercadorias.

É importante ressaltar que o DANFE não substitui e não se confunde com a nota fiscal eletrônica, sendo apenas uma de suas representações possíveis na forma impressa.

Informações contidas no DANFE

Como mencionado acima, o DANFE é uma versão simplificada da NF-e que pode ser impressa, após a validação do documento digital pela Receita Federal, porém ele não tem valor fiscal. A validação garante que não haja divergências nas informações que constam nos dois documentos.

Os campos do DANFE deverão representar fielmente o conteúdo da NF-e. Não poderão ser impressas informações que não constem do arquivo da NF-e.
No DANFE devem estar contidas as seguintes informações:
• Dados do emitente, incluindo Inscrição Estadual, Inscrição Estadual do Substituto Tributário e CNPJ;
• Dados do destinatário;
• Produtos que estão sendo vendidos e transportados;
• Número e série da NF-e;
• Tipo de operação: entrada ou saída;
• Código de barras: este código unidimensional e representa a chave de acesso da NF-e (chave numérica), permitindo o uso de leitor de código de barras para consultar a NF-e no portal da Fazenda e nos sistemas de controle do contribuinte.
• Natureza da Operação;
• Data e horário de saída da mercadoria;
• Nome da transportadora;
• Placa do veículo que fará o transporte;
• Valor da mercadoria;
• entre outros.
Outras informações
O leiaute do DANFE pode ser consultado no Manual de Integração – Contribuinte, no portal da Nota Fiscal Eletrônica da Receita Federal.

A chave numérica de 44 dígitos que consta no DANFE é o meio pelo qual a fiscalização e o próprio contribuinte pode consultar a existência e a validade da NF-e diretamente no site oficial da Secretaria da Fazenda.
ERP
O que é um ERP?
ERP é a sigla de Enterprise Resource Planning. Em português, Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Ou seja, ERP nada mais é do que um sistema que auxilia a gestão completa da empresa, integrando os principais dados da empresa em um único sistema, dando uma visão global de cada área da corporação aos seus gestores. Para saber mais, conheça o Dual ERP.
Para que serve um ERP?
Um sistema ERP serve para integrar os dados da empresa, automatizando processos e otimizando o gerenciamento do negócio.
Quais os benefícios de ter um ERP?
Há diversos benefícios em ter um software ERP, como maior confiança nos dados do sistema e a diminuição de retrabalhos, já que todas as rotinas estão claramente definidas pelo sistema. De modo geral, um ERP bem alimentado possibilita uma visão global da empresa e uma visualização mais clara de qual o status de cada um de seus departamentos.
Desde quando a Dual trabalha com softwares ERP?
A Dual desenvolve softwares ERP's desde 1994. Até então, a empresa desenvolvia sistemas específicos para seus clientes. Foi em 1996 que a Dual começou a desenvolver o Dual GCOM, hoje conhecido como Dual ERP, software ERP específico para distribuidoras. Lançado em 2000, o carro-chefe da Dual já conta com quase 15 anos de uma história consolidada e validada nos principais players do mercado.
Como funcionam as atualizações do Dual ERP?
O Dual ERP é atualizado, pelo menos, duas vezes por ano. Nesses casos, são mudanças mais significativas, com acréscimo ou melhoramento de funções e processos. Isso é feito para que o software tenha sempre uma tecnologia atualizada e condizente com as necessidades do cliente. Fora isso, atualizações podem ser realizadas se detectado qualquer tipo de problema. Tanto as atualizações do sistema quanto as correções de bugs não têm custo para o cliente e são facilmente realizadas.
CRM
O que é um CRM?
CRM é a tradução de Customer Relationship Management, termo que, traduzido, significa gerenciamento da relação com os clientes. Sendo assim, CRM nada mais é do que um sistema que auxilia a gestão das empresas com seus clientes.
Que tipo de vantagens minha empresa teria com um CRM?
A gestão dos clientes é muito mais fácil com um sistema CRM. Isso porque todas as informações dos clientes ficam armazenadas nesse sistema e podem ser acessadas - de acordo com as autorizações previstas - por quem fará o contato com o cliente. Isso significa que históricos de compras, particularidades do cliente, formas de contato, entre outras coisas, ficam disponíveis para consulta e possibilitam um atendimento muito mais assertivo. No caso do Dual CRM, por exemplo, o sistema ainda oferece sugestões de compras (de acordo com o histórico dos pedidos do cliente) e produtos similares que podem ser de interesse do cliente, o que se traduz em mais negócios para a empresa.
WMS
O que é um WMS?
Em termos simples, um WMS (Warehouse Management Systems) é um sistema de gestão por software que melhora as operações do armazém através do eficiente gerenciamento de informações e conclusão das tarefas, com um alto nível de controle e acuracidade do inventário. As informações gerenciadas são derivadas de transportadoras, fabricantes, sistema de informações de negócios, clientes e fornecedores. O WMS utiliza estas informações para receber, inspecionar, estocar, separar, embalar e expedir mercadorias da forma mais eficiente. A eficiência é obtida através do planejamento, roteirização e tarefas múltiplas dos diversos processos do armazém.
O que eu ganho com a implantação do WMS?
A partir da implementação do WMS, o negócio melhora em duas categorias importantes: redução de custo e serviço ao cliente. A redução de custo é obtida através da melhoria da eficiência da mão-de-obra, resultando num armazém que exige menor carga de trabalho.

As melhorias mais frequentemente obtidas estão reduzindo a necessidade de horas extras, de contratar pessoal adicional, à medida que a empresa cresce, e de corrigir erros no ponto de verificação. Num ambiente de WMS em tempo real, os erros são descobertos e corrigidos imediatamente após terem sido cometidos.

As economias de custo mais importantes são também decorrentes da redução do inventário e da necessidade de expandir para instalações maiores.
Existem vários tipos de WMS?
Atualmente existe uma variedade de produtos que levam o nome WMS mas, na realidade, podem ser rotulados como três níveis de tecnologia de WMS. Os localizadores de estoque são os produtos de WMS mais simples, executando as funções mais básicas. Os Sistemas de Controle de Armazém (WMS = Warehouse Control Systems) são produtos de nível intermediário, executando a localização e o controle de estoque de um localizador de estoque, mais relatório de desempenho e trabalho executado. As atividades direcionadas pelo sistema também são executadas por um WCS. Um WMS verdadeiro executa todas as funções anteriormente mencionadas, com mais capacidades de gerenciamento de tarefas e apoio à tomada de decisão.
Quais são os processos controlados pelo Dual WMS?
Processos controlados pelo Dual WMS são:

  • Controle de inventário;
  • Controle de lote;
  • Controle Fifo - "first-in-first-out";
  • Atualização "online" de estoque;
  • Controle de divergências;
  • Capacidade de previsão;
  • Endereçamento automático;
  • Reconhecimento das limitações físicas dos endereços;
  • Otimização da locação/colocação do estoque;
  • Auxílio no projeto de ocupação da embalagem;
  • Programação da mão-de-obra necessária;
  • Análise do desempenho da mão-de-obra;
  • Análise da produtividade da mão-de-obra;
  • Parametrização da consolidação do "pickinglist";
  • Determinação da rota de separação;
  • Determinação da melhor sequência de paradas na separação;
  • Formação de "kits";
  • Auxílio no projeto do layout de armazenagem;
  • Determinação da prioridade de descarga.
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